Trabalhadores em educação mobilizados aguardando posição do Governo

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A greve de servidores públicos da Educação completa 14 dias nesta quarta-feira (7) e a categoria continua esperando uma proposta do Governo do Estado de Rondônia para definir os rumos do movimento. Segundo o Sintero, a categoria se reuniu em assembleia extraordinária na manhã quarta-feira e informa diariamente a Justiça sobre a paralisação.

Em greve desde o último dia 21 de fevereiro, a categoria cobra, entre outras coisas, valorização salarial. Já no dia 1º de março, o desembargador Oudivanil de Marins, do Tribunal de Justiça de Rondônia (TJ-RO), concedeu uma liminar favorável ao Estado, suspendendo o movimento paredista e determinando que os professores retornassem ao trabalho. A categoria, no entanto, pede que a greve seja considerada legal com base no entendimento do próprio relator do processo, o desembargador Oudivanil de Marins quando decidiu, segundo o Sintero, que deveria ocorrer uma audiência de conciliação para encerrar o movimento.

Reunida em assembleia extraordinária, a categoria esperava por uma proposta que o governo tinha ficado de apresentar nesta quarta-feira, mas que não ocorreu. Por conta disso, a assessoria jurídica da entidade sindical vai informar a falta de resposta do governo ao juiz de direito. 

Deputados

Desde o início da greve, a categoria tem feito manifestações em vários pontos da cidade. Na terça-feira, concentrou-se em frente ao CPA e também em frente à Assembleia Legislativa (ALE). O grupo ainda ocupou o plenário e os deputados fizeram um requerimento convocando secretários de estado que compõem a Mesa de Negociação Permanente para dar explicação no plenário e informar o que pode ser feito referente às reivindicações dos servidores.

Na sexta-feira (9), o Sintero deve reunir novamente os servidores para uma nova assembleia com o objetivo de analisar a proposta do governo, caso seja apresentada pelos secretários nesta quinta-feira.

 Fonte(s) jiparanaaovivo

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